Horta Orgânica com economia de água

certificada 2017

Instituição
Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS)
Endereço
Rua Felizardo Nunes de Sousa, 7 - Centro - Teixeira/PB
E-mail
cepfs@uol.com.br
Telefone
(83) 3472-2449
Responsáveis pela tecnologia
NomeTelefoneE-mailRedes Sociais
José Dias Campos(83) 9996-11361cepfsjd@bol.com.brhttps://www.facebook.com/cepfs, https://twitter.com/cepfs
Resumo da Tecnologia

A experiência vem sendo desenvolvida em comunidade rurais dos municípios de Teixeira, Cacimbas, Maturéia, Imaculada e São José do Bonfim, no semiárido da Paraíba, com famílias de agricultores de base familiar e, tem como objetivo produzir alimentos saudáveis usando irrigação por gotejamento diretamente nas raízes das plantas. Inicialmente foi feita uma experiência de observação técnica com dois tipos de hortaliças: a alface(Lactuca sativa) e o coentro (Coriandrum sativum). Para tanto foram testados três níveis de água por canteiro: 40, 60 e 80 litros de água por semana. Verificou- que os canteiros econômicos, regados com 80 litros de água semanalmente apresentaram uma boa produção.*{ods2},{ods3},{ods6}*

Tema Principal

Recursos Hídricos

Tema Secundário

Alimentação

Problema Solucionado

Mudanças climáticas ocasionando irregularidade nas chuvas, portanto, necessidade de economia de água nas atividades gerais e, principalmente nos cultivos agrícolas. Na fase de teste iniciais, foram testados na experiência três níveis de água com o propósito de viabilizar de forma eficiente a produção de hortaliças pelos pequenos agricultores da região. Monitorada no período de março a maio de 2005, pelo casal de agricultores Marcos Antônio da Silva e Maria Alves da Silva, proprietários do Sítio Fava de Cheiro, com área de 2,5 há, localizado no Município de Teixeira-PB. No desenvolvimento da experiência foram construídos vinte e quatro canteiros alternativos. Os testes consistiram em regar os canteiros com 40, 60 e 80 litros de água semanalmente e comparar com o canteiro convencional que foi regado diariamente com 60 litros de água (quantidade de água utilizada pelos verdureiros locais). Constatou-se que os canteiros regados com 80 litros semanalmente não se diferenciaram significativamente dos canteiros convencional que foram regados com 60 litros de água diariamente. Portanto, ficou evidente a eficiência do canteiro alternativo na economia significativa de água.

Objetivo Geral

Promover o fortalecimento da agricultura familiar, a partir do empoderamento organizativo dos agricultores e agricultoras e do desenvolvimento de práticas de cultivo adaptadas as mudanças climáticas.

Objetivo Específico

Apoiar processos de experimentação e observação visando promover inovações no Âmbito da economia e padronização do uso de água, por gotejamento diretamente nas raízes das plantas, usando dois modelos de canteiros (convencional e alternativo) como piloto; Apoiar o desenvolvimento da experiência junto a famílias a partir da comprovação no teste inicial; Promover o resgate de práticas de mutirões, dinâmica organizativas de fundamental importância para o desenvolvimento local Capacitar agricultores e agricultoras familiares, como atores sociais, capazes de influenciarem mudanças na realidade onde estão inseridos através do desenvolvimento de processos de compartilhamento de suas experiências Incentivar o desenvolvimento da experiência em escala.

Descrição

Trata-se de canteiros impermeabilizados para permitir a irrigação por gotejamento diretamente nas raízes das hortaliças. Acima do piso impermeabilizado foi colocado um cano de PVC de 40 mm de diâmetro, com furos de 3 mm a cada 40 cm do comprimento do cano de forma descontinua, por onde sairá a água de irrigação que será distribuída uniformemente em todo o canteiro e ainda tem a finalidade de distribuir a água na região da raiz ficando a água submersa no canteiro, o que praticamente anula a evaporação. Na fase de teste iniciais, foram testados na experiência três níveis de água com o propósito de viabilizar de forma eficiente a produção de hortaliças pelos pequenos agricultores da região. A experiência foi monitorada no período de março a maio de 2005, pelo casal de agricultores Marcos Antônio da Silva e Maria Alves da Silva, proprietários do Sítio Fava de Cheiro, com área de 2,5 há, localizado no Município de Teixeira-PB. Para o desenvolvimento da experiência foram construídos vinte e quatro canteiros alternativos. Os tratamentos consistiram em regar os canteiros com 40, 60 e 80 litros de água semanalmente e comparar com o canteiro convencional que foi regado diariamente com 60 litros de água (quantidade de água utilizada pelos verdureiros locais). Descrição da construção dos canteiros alternativos e plantio das hortaliças Os canteiros apresentam dimensão 1,20 metro de largura e 6 metros de comprimento (Foto 2) e foram construídos obedecendo os seguintes procedimentos: Inicialmente o terreno foi nivelado para distribuir a água de irrigação de maneira uniforme no canteiro em seguida foram colocados tijolos de oito furos no sentido mais alto, fazendo um quadrado de 1,20 de largura por 6 metro de comprimento. Em seguida o piso é impermeabilizado com lona de plástico de 1,80 de largura por 8 metros de comprimento, com 200 micras de espessura ou com contrapiso de cimento que impedirá a infiltração da água de irrigação mantendo a umidade do canteiro por mais tempo. Acima do plástico ou do contrapiso foi colocado um cano de PVC de 40 mm de diâmetro, com furos de 3 mm a cada 40 cm do comprimento do cano, por onde sai a água de irrigação que será distribuída uniformemente em todo o canteiro e ainda tem a finalidade de distribuir a água na região da raiz ficando a água submersa no canteiro, o que praticamente anula a evaporação, após colocados os joelhos de 40 mm de diâmetro foram acoplados pedaços de cano de 50 cm de comprimento, no sentido vertical, aos joelhos, local que receberá a água de irrigação que será distribuídas nos canos perfurados. Para evitar o encharcamento do solo no período de chuva, nas extremidades dos canteiros, os tijolos são colocados sobre a lona plástica, sendo possível a retirada de um dos tijolos para permitir a drenagem do excesso de água. O substrato utilizados nos canteiros foi uma mistura de 2:1 (duas partes de terra de subsolo e uma de esterco bovino curtido). Foram utilizadas duas espécies de hortaliças: o coentro (Coriandrum sativum) e a alface (Lactuca sativa). As sementes de coentro foram semeadas diretamente nos canteiros, sendo colocadas em cada canteiro 100 gramas de sementes distribuídas em 30 linhas com espaçamentos de 15 cm entre elas, como cobertura morta foi utilizado bagaço de sisal. As sementes de alface foram semeadas em sementeiras e após 15 dias as mudas foram transplantadas para os canteiros, ficando cinco plantas por linha, obedecendo o espaçamento de 20 cm entre plantas e 20 cm entre linhas. Os canteiros alternativos foram regados uma vez por semana, o que consistiu nos tratamentos. Sendo a água utilizada na rega proveniente de técnicas alternativas de captação de água, que é o tanque de pedra de lajedo. A primeira irrigação do canteiro após semeadura do coentro foi realizada com um regador sendo a água depositada na superfície do canteiro, após a segunda semana a irrigação foi realizada colocando a água nos canos No caso das mudas de alface, após o transplante a rega foi realizada também na superfície do canteiro e a partir da segunda semana foi regado através dos canos. Quando foi observada a presença de lagartas nas hortaliças o controle foi feito manualmente, através de catação. Os parâmetros avaliados foram: peso de massa fresca, peso de massa seca e número de folhas. Para avaliação da massa fresca e seca das plantas de alface utilizou-se a parte aérea, já para o coentro utilizou-se a planta inteira (raiz/parte aérea). Para determinação da massa fresca foi utilizada balança analítica e para massa seca foi utilizada o método de estufa 75?C até atingirem peso constante. Para a avaliação do coentro foram colhidos 25 plantas em cada linha do canteiro aos 35 dias após a semeadura e para alface foram colhidas três plantas por linha após 45 dias do semeio. Nos últimos projetos o impermeamento está sendo feito com cimento (contrapiso) e foi acrescentado o sombrite.

Resultado Alcançado

Os resultados obtidos podem ser observados, em gráficos, nas Figuras numeradas de 1 a 6. Verificou-se que o peso de massa fresca, o peso de massa seca e o número de folhas das plantas de coentro e alface foram maiores quando os canteiros alternativos foram regados com 80 litros de água por semana, não diferindo significativamente do canteiro convencional que foi regado com 60 litros de água diariamente. Ficou evidente a eficiência do canteiro alternativo na economia de água de irrigação, já que nos canteiros convencionais a água é perdida por infiltração e excessiva evaporação, fato que não ocorreu no canteiro alternativo, pois o objetivo da lona plástica é impedir a perda de água por infiltração, e os canos ao receber a água distribui diretamente ao longo das raízes, abaixo da superfície do solo dos canteiros, evitando perda por evaporação. Quando os canteiros alternativos foram regados com 40 e 60 litros de água, houve redução na produção, no entanto, ficou evidente a eficiência dos canteiros, porque foi possível verificar que os canteiros se mantinham úmidos por mais tempo, já nos canteiros convencionais, 24 horas após a rega já se observou ressecamento do solo nas camadas próximas da raiz. Com base nos resultados obtidos, recomenda-se para o pequeno produtor fazer uso do canteiro alternativo com rega de 80 litros de água por semana. O que significa uma economia de água considerável, tendo em vista que num canteiro alternativo o consumo de água por dia fica em aproximadamente 11 litros, verificando-se um consumo mensal de aproximadamente 341 litros e no canteiro convencional com um consumo de água de aproximadamente 60 litros diário, consome em um mês aproximadamente 1.860 litros, o que significa uma economia de água de aproximadamente 1.519 litros por mês em um canteiro. Essa economia se amplia quando é usado o sombrite de 50% de sombreamento. Dados monitorados revelaram que com o sombrite a economia de água é de 90%. Portanto, os canteiros com economia de água é uma alternativa de produção para os pequenos agricultores do sertão nordestino, pois além de proporcionar o uso racional de água, recurso limitado nessa região, também contribui para a prática da segurança alimentar, bem como contribui para o desenvolvimento sócio-econômico local sustentável. 419 hortas implantadas - produção de alimentos Saudáveis, 2.508 pessoas beneficiadas. Além de alimentos sandáveis, pode agregar R$ 280,00 por mês às famílias beneficiadas

Locais onde a Tecnologia Social já foi implementada
Cidade/UFBairroData da implementação
Teixeira / ParaíbaRiacho Verde02/2011
Teixeira / ParaíbaFava de Cheiro02/2005
Teixeira / ParaíbaFlores de Baixo09/2016
Teixeira / ParaíbaSão José de Belém09/2016
Maturéia / ParaíbaSão José de Belém10/2016
Maturéia / ParaíbaPedra D'água10/2016
Maturéia / ParaíbaSanto Antonio10/2016
Teixeira / ParaíbaSão Francisco08/2014
Teixeira / ParaíbaGuarita08/2014
Teixeira / ParaíbaFlores de Baixo08/2014
Maturéia / ParaíbaCafundó09/2014
Maturéia / ParaíbaMonte Belo09/2014
Maturéia / ParaíbaSão João09/2014
Cacimbas / ParaíbaChã10/2014
Cacimbas / ParaíbaSão Gonçalo10/2014
Cacimbas / ParaíbaSão Sebastião10/2014
Maturéia / ParaíbaPedra Lavrada07/2016
Teixeira / ParaíbaPoços de Baixo08/2016
São José do Bonfim / ParaíbaAssentamento Tubarão10/2012
São José do Bonfim / ParaíbaCarnaúba dos Barros10/2012
São José do Bonfim / ParaíbaCarnaúba dos Pires11/2012
São José do Bonfim / ParaíbaIlha do Antero06/2013
São José do Bonfim / ParaíbaMalhada da Pedra05/2013
São José do Bonfim / ParaíbaPau D'arco05/2013
São José do Bonfim / ParaíbaPé de Serra04/2013
São José do Bonfim / ParaíbaMares05/2013
Teixeira / ParaíbaPoços de Baixo04/2016
Teixeira / ParaíbaCatolé da Pista12/2015
Teixeira / ParaíbaCatolé dos Machados12/2015
Teixeira / ParaíbaCoronel06/2015
Teixeira / ParaíbaCosta12/2012
Teixeira / ParaíbaFava de Cheiro12/2015
Teixeira / ParaíbaGuarita06/2014
Teixeira / ParaíbaOnofre12/2012
Teixeira / ParaíbaAssentamento Poços04/2013
Teixeira / ParaíbaPoços de Cima04/2015
Teixeira / ParaíbaRiacho Verde06/2012
Teixeira / ParaíbaSanto Agostinho06/2012
Teixeira / ParaíbaSão Francisco12/2015
Teixeira / ParaíbaSão José de Belém04/2013
Teixeira / ParaíbaSerra Verde04/2014
Teixeira / ParaíbaTanque coberto03/2015
Teixeira / ParaíbaTanque do Novilho08/2014
Maturéia / ParaíbaAliança06/2012
Maturéia / ParaíbaAssentamento Primeiro de Maio04/2013
Maturéia / ParaíbaBom Conselho12/2013
Maturéia / ParaíbaBom Retiro11/2013
Maturéia / ParaíbaCachoeira12/2013
Maturéia / ParaíbaCafundó12/2014
Maturéia / ParaíbaDuas Serras06/2015
Maturéia / ParaíbaFlores06/2015
Maturéia / ParaíbaLagoa dos Rodrigues10/2015
Maturéia / ParaíbaMãe da Lua12/2015
Maturéia / ParaíbaMonte Belo11/2014
Maturéia / ParaíbaPedra D'água10/2014
Maturéia / ParaíbaSaco da Cajazeira06/2013
Maturéia / ParaíbaSão João04/2015
Maturéia / ParaíbaSanta Tereza01/2014
Maturéia / ParaíbaSanto Antonio04/2013
Maturéia / ParaíbaSucuru10/2014
Maturéia / ParaíbaSão Gonçalo04/2014
Maturéia / ParaíbaTauá04/2015
Imaculada / ParaíbaBarriguda12/2014
Imaculada / ParaíbaBatateira04/2013
Imaculada / ParaíbaBoa Fé06/2014
Imaculada / ParaíbaCajueiro06/2014
Imaculada / ParaíbaCarrasco12/2012
Imaculada / ParaíbaGloria04/2015
Imaculada / ParaíbaLagoa do Rufino06/2014
Imaculada / Paraíba\Lagoa do Vicente10/2014
Imaculada / ParaíbaMata Grande dos Venanacios12/2014
Imaculada / ParaíbaMatinhas01/2014
Imaculada / ParaíbaRancho dos Negros11/2014
Imaculada / ParaíbaNunes11/2014
Imaculada / ParaíbaSão José dos Canais06/2014
Imaculada / ParaíbaSanto Antonio04/2013
Imaculada / ParaíbaSão Pedro06/2012
Imaculada / ParaíbaSerraria04/2015
Imaculada / ParaíbaVertente12/2014
Teixeira / ParaíbaFava de Cheiro02/2014
Teixeira / ParaíbaGuarita02/2014
Teixeira / ParaíbaSanto Agostinho02/2014
Teixeira / ParaíbaSão José de Belém02/2014
Cacimbas / ParaíbaCipó02/2014
Cacimbas / ParaíbaLagoinha01/2014
Cacimbas / ParaíbaMonteiro01/2014
Cacimbas / ParaíbaSerra Feia02/2014
Cacimbas / ParaíbaVentania02/2014
Teixeira / ParaíbaAssentamento Poços11/2014
Teixeira / ParaíbaCoronel11/2014
Teixeira / ParaíbaFava de Cheiro11/2014
Teixeira / ParaíbaRiacho Verde11/2014
Cacimbas / ParaíbaMonteiro12/2014
Cacimbas / ParaíbaSanta Fé12/2014
Cacimbas / ParaíbaVentania12/2014
Maturéia / ParaíbaPedra Lavrada08/2016
Teixeira / ParaíbaPoços de Cima05/2016
Teixeira / ParaíbaPoços de Baixo05/2016
Teixeira / ParaíbaSanto Agostinho05/2015
Teixeira / ParaíbaCatolé da Pista05/2016
Público-alvo da tecnologia
Público alvo
Adolescentes
Adulto
Afrodescendentes
Agricultores
Agricultores Familiares
Assentados rurais
Crianças
Famílias de baixa renda
Idosos
Jovens
Lideranças Comunitárias
Mulheres
População em geral
Produtores rurais - Pequenos
Recursos materiais necessários para implementação da tecnologia

16 Estacas Estacas de cimento de 2,20 metros 5 Trilho Trilho de cimento 3M 5 KG Arame Galvanizado 12 1,5 KG Arame Galvanizado 16 1 Rolo Barbante F+02/Fistamil 5,5 M Barrote 3x3 polegadas 10 M Caibro 3 Unidade Dobradiça de canto 850x4 1 Unidade Ferrolho Zincado 600x4 10 Unidade Prego 3x8 18 Unidade Parafuso 4.0x40 90 Unidades Telhas de Cerâmica 2 Unidades Regador Plástico Cap. 10 LT 1 Unidades Pulverizador Manual Cap. 8 Litros 9 Sacas Cimento CPII-Z-32 109 Latas Areia Lavada 32 Latas Brita 12 47 M Tubo de ESG. 40 mm 12 Unidades CAPSESG. 40 mm 12 Unidades Joelho ESG. 40 mm 6 Unidades Tee ESG. 40 mm 4 Unidades Parafuso Chip Board 3,5x35 mm 32 M Tela para galinha fio 18 90 M² Sombrit 0,5 Carrada Esterco

Valor estimado para a implementação da tecnologia

R$ 3.384,70. Nesse valor está incluso a despesas com mão de obra especializada (pedreiro), a contrapartida da família beneficiada através de mão de obra não especializada e alimentação para os trabalhadores no processo de construção ou mutirão. Está incluso também gastos com capacitação para 02 integrantes da família beneficiada para se apropriem da tecnologia social implantada.

Instituições parceiras na tecnologia
Instituição parceiraAtuação na tecnologia social
TrócaireApoio financeiro
BrazilFoundatioApoio Financeiro
MDS/ASA BrasilApoio financeiro
PetrobrasApoio financeiro
ISPN PPECOSApoio financeiro
Fundo Socioambiental da Caixa Econômica FederalApoio financeiro
Anexos da tecnologia
LegendaArquivo/Download
Documento Experiência de horta com economia de águaBaixar
Tabela de monitoramento de canteiros com e sem sombritedownload
Relatório de acompanhamento projeto Agroecologiadownload
Arquivos de boletins sobre horta com economia de escaneados projeto Sertão Ecológico e Solidáriodownload
Arquivo em PDF carta de recomendação do IFPB Campus de Princesa IsabelBaixar
Arquivo em PDF carta de Recomendação da União das Associações TeixeiraBaixar
Endereços eletrônicos associados à tecnologiaDepoimento Livre

Diante das limitações enfrentadas pelos pequenos agricultores do semiárido nordestino: dentre elas a escassez de água, a horta orgânica com economia de água é uma alternativa para essas famílias sertanejas porque apresenta inúmeras vantagens, dentre as quais destaca-se: podem ser construídas em qualquer lugar, até em cima de pedras, desde que bem nivelados. Usa pouca água; baixo custo de instalação e por ser as hortaliças produzidas organicamente, torna-se um produto com mercado garantido. Além de alimentos saudáveis pode agregar R$ 280,00 mensais às famílias beneficiadas. Portanto, é uma alternativa de produção para os pequenos agricultores do sertão nordestino, pois além de proporcionar o uso racional de água, contribui para o desenvolvimento sócio-econômico local sustentável